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DESPEDIDAS Ah! Quanto dói a despedida... Mesmo que temporária,
despedir-se de algo que você tinha e, estava acostumado no dia a dia da
vida. Esta roda que se apresenta a cada amanhecer nos dá coisas novas e às
vezes, também tira-nos... Se, por vezes, o sorriso desponta a face, em
outras, a lágrima teima em roçar, sendo tão dolorosa e amarga que penetra
na alma. Perdemos e temos que
aceitar! E,
quando é para a morte, nos sentimos pequenos demais perante este ser que,
dizem ser anjo, mas que transforma nossos dias em dias sem
cor. E quanto entra em nosso lar e de forma espúria nos
tiram a paz, rouba-nos o amor, mechem com nossos alicerces que julgávamos
que eram fortes, mas, diante do ataque da falsa sedução, torna-se fraco e
leva consigo uma vida de amor, de crescimento, de aperfeiçoamento e,
ainda, acha normal. Certamente porque a víbora tirana ainda não sentiu a
dor da solidão e o cheiro da traição. Mas consolo realmente existe em saber da ação e
reação e que existe um Pai a ver tudo e que responderá sempre por
nós. Cristal Solitário
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